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Do site Cultura ao Minuto.

As bibliotecas públicas de São Paulo não serão mais as mesmas a partir de 2017. Pelo menos este é um dos projetos chancelados como prioritários pelo prefeito eleito da capital paulista, João Doria (PSDB), para a cultura nos próximos anos.

Quem garante é o secretário de Cultura, André Sturm. O dono da pasta informou à colunista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, que as 53 bibliotecas públicas municipais serão transformadas em espaços culturais. O objetivo é aumentar o público visitante.

Os espaços passarão a abrir aos domingos e ficarão aberta durante toda a noite pelo menos um dia por semana. Além da ampliação do horário semanal, as bibliotecas também passarão a incluir programação de cinema, música e palestras.

Sturm chamou a atenção que apenas uma biblioteca tem horário de 24h em São Paulo hoje, a Mário de Andrade, localizada no bairro da Consolação.

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1 Comentário

  1. William Okubo
    3 de janeiro de 2017 a 11:20 —

    As bibliotecas de São Paulo já funcionam como centros culturais. E também já tem há muito tempo atividades de música, cinema e palestras.

    Só que devido a restrições orçamentárias e falta de um bom plano de divulgação a frequência das atividades é inferior ao desejável.

    E claro, não basta encher de eventos, é preciso fazer o diálogo deles com acervos e as pessoas. Uma fala, uma dança e uma letra de música que tenha algum tema polêmico ou interessante deve poder ser pesquisado no acervo, que deve estar atualizado para criar curiosidade e desordenar através da ordem.

    Em tempo, não por acaso há bibliotecas temáticas em música e cinema por aqui. Só falta ampliar as ações.

    Falta também ver o que se pensa sobre a função social da biblioteca e ela servindo como ponto de atividade dos grupos culturais e empreendedores locais.

    Em relação aos horários, há além da Mário algumas bibliotecas que abrem aos domingos. Ampliar eles é bem vindo.

    O desafio nesse aspecto é ter pessoal adequado, com qualificação mínima para mediação em todos os horários.

    E claro, deve ser pensado o modelo de gestão. É possível que escolham a gestão por Organizações Sociais, algo que deu certo no Rio… até a situação atual de crise que sabemos. É preciso discutir os modelos de gestão e sua sustentabilidade.

    Enfim, na torcida para que haja bom diálogo com os profissionais e com as bibliotecas comunitárias e saraus que tem movimentado as coisas por aqui. Terminar de implantar o recém criado Plano Municipal do Livro Leitura e Bibliotecas, proposto por agentes culturais, que na área de programação começou a ser realizado é caminho já proposto e que deveria ter a sensibilidade de ser continuado….

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