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A Biblioteconomia, enquanto disciplina institucionalizada, embora se estabeleça na contemporaneidade, carrega consigo um forte viés positivista que conduz o modus operandi da área. Isso não significa dizer que a Biblioteconomia não apresente alternativas de práticas epistêmica e metodologicamente plurais e diversificadas superando o viés positivista.

Este embate entre o tradicional e o novo deve ser repensado visando superar a visão maniqueísta de uma Biblioteconomia boa ou ruim, grande ou pequena, ampla ou redutiva, prática ou teórica, histórica ou a-histórica, antiga ou nova, pois a ideia de novas práticas biblioteconômicas está situada em múltiplas e não apenas duplas percepções, assim como é possível encontrar na Biblioteconomia tradicional elementos para construção de uma nova Biblioteconomia, enquanto a Nova Biblioteconomia pode carregar alguns elementos da Biblioteconomia tradicional.

Logo, é possível argumentar que, por um lado, há uma nova Biblioteconomia no sentido de aproximação holística entre às visões gerenciais, tecnológicas e sociais ou teórico-epistemológicas e práticas e, por outro lado, novas Biblioteconomias considerando às especificidades de cada setor de atuação como organização/representação da informação, gestão da informação, tecnologias da informação, recursos e serviços de informação, pesquisa e fundamentos teóricos observando às relações entre cada setor.

Diante desta concepção, apresento alguns elementos em que seja possível pensar uma nova Biblioteconomia a partir de aspectos já consagrados na trajetória da área. O primeiro elemento é pensar e reconhecer os significados de informação na área contemplando o construto acadêmico e o fazer profissional. Uma área que considera a informação como “matéria prima” de atuação deve compreender como aplicar o conceito de informação.

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