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Opinião

Marilene Nunes, sinônimo de força e resistência contra o fechamento do Museu da Maré, onde ela é coordenadora e contadora de história da Biblioteca Elias José, desde sua fundação em 2006, quando a antiga Casa da Cultura da Maré virou o Museu da Maré.

Os estudos de usuários da informação é um assunto sempre cobrado em provas para concursos da área de Biblioteconomia. Para quem está estudando para os exames que estão por vir, a editora Atlas acabou de publicar a primeira edição do Manual de Estudos de Usuários da Informação de autoria de Murilo Bastos da Cunha; Sueli Angélica do Amaral e Edmundo Brandão Dantas.

A crise econômica que vem afetando a área da Cultura há algum tempo chegou até os espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. Os Sebos tradicionais do Centro da cidade estão agonizando e muitos já chegaram a fechar as suas portas.

Modesta, mas importante contribuição à discussão sobre o tema das bibliotecas escolares

As recentes mutações tecnológicas não podem ser consideradas como a panaceia que vai resolver o déficit educacional, de leitura, de acesso à informação, de acesso à Internet, de imagem social profissional e de reconhecimento profissional pela sociedade.

Uma notícia do site Archimag dá conta de que em seu 61º Congresso, realizado entre os dias 11 e 13 deste mês em Estrasburgo, a Associação de Bibliotecários da França (ABF) não hesitou em apontar os problemas pelos quais as bibliotecas daquele país têm passado: a ausência de público nas bibliotecas, as tensões na relação com os usuários e as dificuldades em se operar com pouco orçamento.

No mínimo, esses biblio-guerrilheiros têm um exemplo de generosidade, rebeldia e resistência a oferecer para a molecada que está saindo agora das universidades sem muitas esperanças na profissão.

A idaia inicial era marcar posição à esquerda dentro da maior universidade federal do país. Mas a adesão espontânea de professores, técnicos e principalmente estudantes fez a campanha ganhar força. Quando menos se esperava, estávamos no segundo turno.

O dia internacional de liberdade de imprensa é comemorado no dia 03 de maio. A data celebra o direito dos profissionais de comunicação em investigar e publicar informações de forma livre. Essa data foi criada pela s Organizações das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em 1993, com o intuito de dar visibilidade e denunciar as torturas e perseguições sofridas por jornalistas

Como de costume comemorações, atos de protestos e contradições marcam o primeiro de maio pelas cidades brasileiras. Neste dia do trabalho de 2015 não temos muito para comemorar, com uma conjuntura política em que tem como meta extirpar e reprimir de forma violenta os direitos sociais, trabalhistas e as lutas populares, mais do que nunca é chegada à hora das centrais sindicais, a sociedade civil e os movimentos sociais ocuparem às ruas.