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Dandara Baçã

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Servidora no Ministério da Saúde, bibliotecária e mestra em saúde coletiva pela Universidade de Brasília (UnB). Especialista em Informática em Saúde pelo Sírio Libanês (PROADI - SUS), além de pós-graduanda em Saúde da População em Situação de Rua, com Ênfase na População Negra, também pela UnB. Colaboradora permanente da Biblioo.

Ser antirracista é encarar o colegiado e fazer com que a equidade se instale, desça na garganta dos falsos progressistas e exista de fato

O exemplo da “Biblioteca da Aurora”, a festa temática de uma menina de Brasília

A bibliotecária Dandara Baçã explica que, embora não estejam envolvidos diretamente nas atividades típicas das unidades de informação, trabalhadoras(os) terceirizadas(os) estão lá diariamente, encarando o transporte público e, consequentemente, o risco de contaminação

A força da mulher bibliotecária nunca pode ser subestimada e nem enclausurada. Nossa força não cabe nas amarras de um pensamento equivocado e retrógrado que tenta nos limitar

O livro “Roleta do genocídio”, de Daniel Brazil, me faz pensar que estar vivo em um país racista é um jogo de roleta que não sei por qual motivo e momento a sorte vai ser minha e a morte irá parar na minha casa

Até novembro tem muito chão e nós, profissionais da informação, temos muito a contribuir nesse processo

Os pais são essenciais para abrir universos, porque eu tenho certeza que quando alguém abre uma janela informacional, todo um horizonte se abre

Conheça o conjuto da legislação estadual e dos projetos de lei referentes aos temas

Além de conhecer os termos da lei, os profissionais precisam se preparar fazer o advocacy das causas relacionadas ao tema

Embora o agora ex-ministro da Educação tenha revogado a Portaria das cotas na pós-graduação das universidades federais, a implementação efetiva de políticas afirmativas depende mais das instituições