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Christine Castilho Fontelles

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Socióloga, concebeu e coordena a Campanha "Eu Quero Minha Biblioteca" desde 2012, quando atuava como diretora de educação do Instituto Ecofuturo, do qual foi co-idealizadora e onde esteve por 15 anos como diretora de educação; membro do Conselho Consultivo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Manutenção da desoneração do livro com responsabilidade e compromisso social é o que de fato precisamos. E isto, inclusive, passa por retomar o debate sobre a criação do Fundo Pro-Leitura

É preciso dar efetividade à mais recente vitória obtida no Brasil, com a aprovação do Fundeb, para assegurar educação integral de qualidade, com bibliotecas vivas e pulsantes em todas as escolas

É preciso aprender a colocar em uso a habilidade de ler textos e ler cenários para derrubar os muros do obscurantismo

Neste domingo (24) encerra o prazo para execução da Lei 12.244/2010, que determina a universalização das bibliotecas em todas as escolas do Brasil

Neste artigo a socióloga Christine Castilho propõe a craiação de Clubes de Leitura Viatual como estratégia para os dias de confinamento em função da pandemia

A pergunta que segue ecoando é: quem seremos após esta pandemia? Como é que estamos plantando o futuro no presente? Pergunta igualmente vital: quem estamos sendo nesta pandemia?

Alguém teve influência na sua formação leitora?

O mais importante é que hoje já é futuro e o futuro das bibliotecas em escolas depende da ação concreta de cada uma/um de nós hoje

Tenha certeza de que não importa quem você é ou quem é a pessoa que você conhece, se você for educador/a ensine e se você for estudante, aprenda!

Não pergunte o que uma boa biblioteca pode fazer dentro de uma boa escola. Pergunte o que você pode fazer para que todas as escolas tenham uma biblioteca