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Dandara Baçã

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Servidora no Ministério da Saúde, bibliotecária e mestra em saúde coletiva pela Universidade de Brasília (UnB). Especialista em Informática em Saúde pelo Sírio Libanês (PROADI - SUS), além de pós-graduanda em Saúde da População em Situação de Rua, com Ênfase na População Negra, também pela UnB. Colaboradora permanente da Biblioo.

Realizar monitoramento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE) relacionados à leitura e às bibliotecas está entre as propostas apresentadas pela bibliotecária Dandara Baçã

A internet possibilita que muitas pessoas possam adquirir livros online, mas se pode esquecer que não existe equidade no acesso à essa tecnologia

A tecnologia não é neutra, assim como nada na sociedade. A tecnologia é racista, assim como tudo que há na sociedade

O envelhecimento é depreciado na sociedade e na biblioteconomia, mesmo sendo que as pessoas que mais temos admiração e respeito têm mais de 50 anos

A violência contra a mulher não deve somente nos mover a fazer posts de indignação nas redes sociais, devemos utilizar do nosso lugar de privilégio na sociedade para fazer algo em favor da vida das mulheres

A bibliotecária Dandara Baçã apresenta alguns livros que podem estar presentes em acervos de diferentes tipos de bibliotecas e serem aproveitados para discutir a questão racial

Problematizando a invisibilidade dos meus pares raciais na biblioteconomia

CFB ignora pedido de criação de comissão de sexualidade e equidade racial

O que os bibliotecários têm a ver com isso?