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Um conto tradicional italiano¹ narra a história de um rei despótico que, ao assumir o trono, resolve fazer uma vistoria dos domínios do reino e, encantado com a beleza de um mosteiro, decide expulsar seus moradores para fazer daquele lugar sua casa de veraneio. Como não poderia banir os monges sem motivo, procurou sorrateiramente uma forma de fazê-lo sem se indispor com seus súditos.

Mandou espalhar um boato de que os monges eram ignorantes e que para manter-se no mosteiro precisariam provar sua sabedoria. Para isso, participariam de um duelo com o mais sábio da corte, o sumo sacerdote. Ao saber da proclamação, os monges ficaram preocupados porque nenhuma deles julgava vencer o duelo com um homem tão sábio quanto o sacerdote da corte que, por sua vez, deu a disputa como ganha. E arrogantemente jurou que venceria os monges sem dizer uma única palavra. Seria um duelo silencioso.

No dia marcado, no lugar dos monges apareceu um sujeito muito simples, analfabeto, o jardineiro do mosteiro. O sacerdote olhou-o do alto de sua arrogância e apontou o dedo para cima. O jardineiro imediatamente apontou o dedo para o chão. O Sacerdote ficou desconcertado e mostrou o dedo em riste na frente da boca. Sem pensar muito, o jardineiro mostrou todos os dedos de sua mão. O sacerdote, por fim, tirou uma laranja do bolso e mostrou-a ao jardineiro que tirou um pãozinho e apresentou-o. Perplexo, o sacerdote declarou encerrado o combate e os monges haviam vencido por sua enorme sabedoria.

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