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Em SP a escola era basicamente técnica, influenciada pela Columbia University, enquanto no RJ se fundamentava na escola francesa École de Chartes.

A Biblioteconomia como ciência e técnica, que se preocupa com os fluxos informacionais, numa sociedade cada vez mais pautada pela informação, está de parabéns.

O conto ou novela é apresentado pelo autor como uma fábula para todas as idades, embora aqui no Brasil a editora o tenha colocado na prateleira dos juvenis.

O noticiário seletivo de consumo pode influenciar a padronização de comportamento na sociedade, condicionada aos interesses empresarias.

Até que, de repente, percebi no meio dessa correria toda, que tudo não passava de um remake. Que a vida não passava de um remake.

Dos primórdios aos dias atuais, a biblioteconomia tem sua trajetória marcada por transformações que vão ao encontro das necessidades sociais.

“A Biblioteconomia no Brasil surge, de certa maneira, vamos dizer assim, como ciência, como fazer, como instituição.”

Obrigar que as bibliotecas tenham pelo menos um livro religioso de cada cultura é impraticável; e obrigar que tenha apenas de uma religião é absurdo.

Existem bibliotecas detentoras de verdadeiros tesouros legislativos difíceis de serem encontrados, mesmo em face das novas tecnologias.

Os acadêmicos em iniciação científica ainda desconhecem as bases e ficam reféns de ferramentas como Wikipédia, Yahoo responde e o próprio Google.
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Biblioo – Cultura Informacional