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Michael Berg tinha apenas quinze anos quando se envolveu com Hanna Schmitz, operária alemã duas décadas mais velha. O tórrido romance foi marcado pela descoberta sexual de Berg e as incansáveis leituras que o adolescente fazia para Hanna, incluindo clássicos como Odisseia e a trágica peça Emilia Galotti.

No entanto, os encontros furtivos foram interrompidos quando Hanna Schmitz desaparece, deixando o adolescente à deriva. Depois de certo tempo sem notícias do paradeiro da amante, Michael passa a acreditar que jamais tornará a vê-la. Então, segue a sua rotina, atravessa os anos escolares e chega à universidade. Acadêmico do curso de Direito, ele é impelido a acompanhar o julgamento de envolvidos em crimes de guerra realizados na Alemanha nazista. É nesse cenário de juristas, réus e jurados que o jovem descobre, com perplexidade, que a mesma mulher que incendiou seu corpo e cauterizou seu espírito estava sendo julgada por atrocidades executadas em campos de concentração. A confusão de Michael expõe uma ferida mais profunda: Devemos ser indiferentes aos crimes e omissões cometidos por aqueles a quem amamos?

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