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Durante o Governo de Getúlio Vargas, foi criado o Dia do Índio comemorado no dia 19 de abril. A data foi sancionada pelo Decreto-Lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, após a realização, em 1940, do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano no México. A partir daí, tal comemoração ficou, na maioria das vezes, restrita às escolas que pintavam os rostos das crianças em homenagem aos índios, embora não ensinassem quase nada sobre a cultura indígena. Nas aulas de Literatura, conhecíamos o índio romântico através das obras de José de Alencar (1829-1877) como O Guarani (1857) e Iracema (1865). Ainda quanto ao dia do índio, a mídia abordava, em algumas reportagens, o índio como seres aculturados, ora mansos, ora rebeldes, ora preguiçosos que gostavam de levar vantagens.

Este texto tem como objetivo contar um pouco da história do índio no Brasil, através dos conhecimentos apreendidos no curso Reflexões sobre a história indígena e africana: 1º módulo: história indígena e a lei nº 11.645, ministrado no SESC (Serviço Social do Comércio) – Unidade São Gonçalo (RJ), pela professora Rita Santos (doutoranda do Curso de Pós Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ – PPGAS/MN/UFRJ), sendo auxiliada pela organizadora do curso, Katiane Santos, funcionária do SESC.

A lei nº 11.645, que entrou em vigor em 10 de março  de 2008, dispõe sobre a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, modificando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). O curso fez um panorama da presença e da participação indígena na história do Brasil, enfatizando as seguintes questões: território, conflitos sociais, cultura material e movimentos sociais

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