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No imaginário social estrangeiro o Brasil é visto como um país “festivo” em que todas as culturas convivem de forma harmoniosa. Muitos acreditam que somos uma nação “harmoniosa” e o mito da democracia racial é defendido por alguns teóricos e de algum modo se encontra massificado no pensamento de parte da sociedade brasileira.

No entanto ao nos depararmos com algumas constatações apontadas pelo Mapa da Violência no Brasil de 2015, como, por exemplo, a de que “negros são 2,5 vezes mais vítimas de armas de fogo do que brancos no Brasil”, essa convivência harmoniosa cai por terra. No último fim de semana assistimos mais 11 mortes no Rio de Janeiro em decorrência da queda de um helicóptero da Polícia Militar na Cidade de Deus. Nesse clima de guerra estamos todos em uma batalha perdida.

Enquanto muitos comemoraram e soltaram fogos com as recentes prisões de ex-governadores no Rio de Janeiro, nas periferias cariocas o povo negro sequer tem assegurado o direito de prisão quando comete crimes. Para essa parcela da população a execução é o julgamento final.

A edição 62 da Revista Biblioo vem com entrevistas, artigos e poesias que apresentam reflexões acerca do dia da consciência negra. Chico de Paula entrevista o bibliotecário Wagner Amaro que lançou uma editora com temática afro-brasileira; Dandara Baça apresenta reflexão acerca da invisibilidade bibliotecários negros e Edilmar Alcantara com a poesia “a minha consciência não tem cor” reflete sobre a sua consciência e negritude.

Uma boa leitura!

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