Autor do Arquivo

Débora do Nascimento

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É bibliotecária, favelada e descabelada, não necessariamente nessa ordem. Escreve por necessidade e lê por prazer. É editora da Literatura de Gaveta e colaboradora permanente com a Biblioo.

Ler Kindred faz a gente sentir a dor como se pudesse ser com a gente, como se estivesse acontecendo conosco

Como existe todo tipo de pessoa e todo tipo de livro, certamente haverá um livro que é excelente presente para cada um que você ama, ou para você mesmo

Para além da história de Carolina, o livro é riquíssimo na abordagem de temas sociais complexos e necessários

O estilo da autora nos faz viajar com essa criança que nos conta seus dias, deixando-nos em dúvida se quem conta é a própria criança ou sua versão adulta narrando memórias

Vale muito a leitura, pois é um livro muito rico de personagens, de cultura e com uma boa variedade de narrativas

Depois de ler “E se eu fosse puta”, a gente nunca mais encara a vida da mesma maneira e aprende muitos modos de driblar os próprios preconceitos

Um livro é sobre resistência, sobre a importância de contarmos a nossa história, o nosso ponto de vista