Autor do Arquivo

Débora do Nascimento

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É bibliotecária, favelada e descabelada, não necessariamente nessa ordem. Escreve por necessidade e lê por prazer. É editora da Literatura de Gaveta e colaboradora permanente com a Biblioo.

Vale muito a leitura, pois é um livro muito rico de personagens, de cultura e com uma boa variedade de narrativas

Depois de ler “E se eu fosse puta”, a gente nunca mais encara a vida da mesma maneira e aprende muitos modos de driblar os próprios preconceitos

Um livro é sobre resistência, sobre a importância de contarmos a nossa história, o nosso ponto de vista