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A Proposta de Emenda Constitucional 241, também conhecida como PEC da morte ou do retrocesso, foi aprovada na noite de ontem, 25 de outubro, no segundo turno na Câmara dos Deputados. A partir de agora seguirá para apreciação do Senado Federal.

Em tempos de crise, cortar os investimentos em saúde e educação é condenar os mais pobres e agravar ainda mais as desigualdades sociais. A PEC 241 atinge também instituições da área de informação e as universidades públicas. Degradando salários e carreiras de bibliotecários, arquivistas e museólogos, assim como pode inibir a entrada de novos profissionais no quadro do serviço público, prejudicando as possibilidades de renovação e qualificação do setor.

Em resposta a possível aprovação da PEC da morte movimentos sociais estão lutando e se organizando contra tal medida. Até o momento temos vinte e sete universidades federais com técnicos administrativos em greve e também escolas, institutos federais e campi universitários ocupados por alunos contrários a proposta.

Em uma conjuntura de achatamento dos direitos sociais, mais do que nunca, se faz necessário os bibliotecários participarem desse debate. De algum modo esse corte também atinge as políticas de investimentos para os setores do livro e da leitura.

A edição 61 da Revista Biblioo trás uma pesquisa sobre as propostas de candidatos a prefeito de algumas capitais para as áreas do livro, leitura e bibliotecas. O professor Jonathas Carvalho apresenta uma reflexão acerca das bibliotecas populares como um ambiente de formação com a sociedade. Edilmar Alcântara questiona o conservadorismo nas eleições do Rio de Janeiro e Mara Torres discute as concepções em torno do conceito de mito.

Uma boa leitura!

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